O Fallahi Belly Dance sempre escolhe profissionais de renome para trabalhar, pois acredita que assim consegue preservar a verdadeira arte.
A mais tradicional escola de Dança do Ventre da região de Campinas
Sejam bem vindos!
Aqui é um espaço dedicado à todos os seres pensantes do mundo belly dancer.
Leiam, discutam e compartilhem!segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Rebeca Piñeiro Sister Stúdio (ATS)... professora renomada de Tribal Fusion, professora escolhida por Beth Fallahi para ser sua mentora.
sábado, 21 de setembro de 2013
Cuidando de nossas escolhas!
Olá, pessoas!
Desculpem a retirada flash do post anterior, mas escrever post mal-educado é péssimo para uma escola de nosso nível.
No entanto, acredito que muitas escolas passem pelas situações constrangedoras ou já tenham se encontrado em outras igualmente desgastantes e dividir experiências é sempre interessante.
Então, reescrevi o post de forma mais elegante, de modo a alertar a todos os profissionais no meio da dança.
Professor e professora: as pessoas que frequentam seu ambiente de trabalho são um reflexo seu e de sua escola. Os alunos te escolhem, mas você também tem seus direitos como provedor de um serviço, especialmente se este é oferecido em sua casa.
Logo, atenção. A aluna (aluno) que:
- nunca se compromete com as aulas;
- atrasa sem aviso;
- fala mal de outras escolas e professores por onde passou;
- falta e deixa você em seu aguardo;
- não cumpre os compromissos com a escola;
- sai do curso sem razão aparente;
- marca retorno às aulas inúmeras vezes em questão de meses e nunca aparece, deixando você esperando;
- exige aula experimental com outro professor mesmo já tendo feito aulas em sua escola só para comparar com a professora com quem está atualmente.
Esta pessoa não é digna do seu esforço.
Ela não fará bem à você ou sua escola. Ela, cedo ou tarde, vai difamar você e seu trabalho aos quatro ventos não importa quanto tempo tenha frequentado suas aulas. Vai fazer papel de consumidor prejudicado, vai falar que a roupa que comprou em sua escola é horrível, que você é sem-educação, vai postar absurdos na internet a seu respeito.
Ninguém é obrigado a conviver com pessoas sem-caráter.
Pense nisso.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Marcelo Justino: thanks again!
Quando eu deixei de acreditar que workshops realmente cumpriam a promessa de agregar conhecimento, eis que surge na vida das Fallahi belly dancers um profissional daqueles.
Do tipo profissional, mesmo, entende?
Profissa.
E o que é melhor: da terrinha, brasileiro, esperto pra caraio, que estuda que nem louco, viaja, experimenta de tudo, tem a cabeça do tamanhão do universo, uma be-le-zi-nha.
E eu, que tinha horror a samba, maracatu, afoxé, maculelê, tindolelê, me entreguei ao ritmo do nosso povo nordestino e dancei lá, toda torta, com a minha escola, umas coisas que eu nunca tinha visto na vida!
Pois é, seu Marcelo, tu pegou os cérebros de um bando de bailarinas de Dança do Ventre e os virou do avesso, assim como um bom professor deve fazer.
Mas olha lá - não foi um work qualquer com uma bailarininha da Kaneka ou do Leste da Indonésia, não estou defendendo workshops. Nada substitui estudo constante e aulas regulares.
Só que se o mundo Belly Dance anda carecendo de profissionais com P maiúsculo, que o mundo Tribal possa suprir essa necessidade com pessoas como o Marcelo Justino, que está aí para quebrar regras e, com muita humildade e talento do dedinho do pé ao último fio de cabelo, ensinar e expandir mentes Brasil afora!
Muito obrigado, Marcelo!
Nossas portas estarão eternamente abertas para você voltar quando quiser!
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Para dar uma acordada em algumas bailarinas.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Evolua, my dear Belly Dancer!
"Sua inveja é o segredo do meu sucesso".
Ai, essa não, né gente? Affe nossa!!!
A pérola (mais uma) acima apareceu ontem no meu feed de notícias e foi postada por uma bailarina (creio que do estado de São Paulo mesmo, nunca sei de onde é aquele ser) e me causou uma vontade insana de enfiar-lhe o dedo do pé no olho. A "bixa" já não desce, ainda vai e publica a sentença mais estúpida de todos os tempos... só por God!
Honestamente, não a conheço para imaginar o porquê da frase completamente aleatória. Deve ter levado umas alfinetadas da concorrência... mas posso assegurar que estou anos-luz de ser admiradora de seu trabalho. Nada contra, é que ela é fracote, fracote mesmo. E dança profissionalmente. Dureza.
Voltando à frase nonsense, eu já devo ter me deparado com esse dito (e genéricos) algumas milhares de vezes desde que abri meu Facebook e entrei nessa bolha virtual que deveria servir ao único propósito de nos fazer crescer e termina por criar rixas toscas e picuinhas sem fundamento entre bailarinas e escolas pelo Brasil.
Na boa, não consigo imaginar quem foi o anencéfalo que pode ter um dia ousado criar uma sentença tão burra e auto-ofensiva e ainda teve a coragem de disseminar a bobagem mundo afora sem o menor constrangimento. Se hoje me considero uma profissional de sucesso, seja o que for que isso signifique uma vez que minha visão de sucesso é um tanto peculiar, foi graças única e exclusivamente ao meu esforço e amor à dança. É impossível ser bem-sucedido de alguma outra forma senão através de muito sangue, suor e... lágrimas!
A pessoa que tem a necessidade de afirmar e espalhar aos quatro ventos que está crescendo profissionalmente às custas do desejo irrefreável do outro de estar em seu lugar é no mínimo atrasada mentalmente. Para não dizer incompetente e com um sério problema de auto-estima.
Primeiro porque a partir do momento que você dá a cara para bater, deve estar preparado para apanhar. Seu esforço e suas ideias serão bem aceitos por alguns, isso é certo. Por outro lado, nem todos são obrigados a engolir você e seu trabalho. O que é bom para uns, não é aceitável para outros. Mera questão de gosto. GOSTO, não inveja.
Creio ser muita pretensão de um ser afirmar que tal pessoa o inveja de alguma forma; ninguém é tão lindo ou tão perfeito a ponto de fazer com que o outro deseje realmente estar em seu lugar. O indivíduo que é realmente bom no que faz, será admirado. Nunca invejado ou odiado. Ainda que ele seja seu concorrente no trabalho.
Logo, bailarinas, parem de postar no Facebook frases de pára-choque de caminhão. É feio, dá vergonha. Especialmente quando se conhece a qualidade do trabalho da pessoa que se utilizou do dito para assinar o próprio atestado de incompetência. Ou você já ouviu algo tão tosco da boca de alguma bailarina de verdade?
Bjunda da KCal!
sábado, 13 de abril de 2013
"Back to the Roots " : Fat Chance Bellydance
domingo, 7 de abril de 2013
Mais sobre profissionalização
Tenho a impressão de que falar sobre profissionalização em Dança Oriental no Brasil é insistir em um assunto que vai dar pano pra manga mas não chegará a um resultado satisfatório. Isso porque a falta de reconhecimento pela arte no Brasil está cada vez mais longe de ser alcançado. E a culpa é exclusivamente nossa, bailarinas e professoras de Dança do Ventre. Porque, apesar do acesso fácil e rápido à novas informações, ainda nos preocupamos mais em estampar nossos corpitchos semi-pelados e movimentar nossos quadris do que em trabalhar de forma séria com a arte oriental.
Hoje, vim comentar a respeito do item mais mencionado em listas formuladas por diversas professoras e bailarinas de acordo com seu ponto de vista acerca de como uma pretensa profissional em dança deve proceder para conquistar seu lugar ao sol: estudo.
Estudar o quê, quando, onde e com quem?
Cada estilo dentro da dança oriental requer trabalho, muito trabalho. Além de dinheiro (para pagar um profissional especializado na área), paciência (ninguém é capaz de tocar snujs do dia pra noite), professores específicos (uma professora reconhecida pelo seu conhecimento em folclore não poderá ajudá-la a melhorar sua dança clássica se sua pretensão é se profissionalizar), dedicação extrema (bailarina de fim de semana não se tornará profissional).
Quando estudar?
O caminho para a profissionalização é longo. Passados os primeiros anos de aulas, decidido o que você almeja com sua dança, então você dá o pontapé inicial. E lembre-se: ser uma boa aluna e bailarina convincente não necessariamente fará de você uma boa profissional.
Estudar o quê?
A pessoa que deseja entrar para o mercado precisa ter conhecimento abrangente e ao menos uma especialização. Uma. Não dez. Eu sou boa com véus, mas odeio dançar com eles e jamais me atreveria a dar um workshop específico. Não é minha área, embora tenha me esforçado muito. Para ensinar uma aluna sem grandes pretensões e realizar apresentações, meu conhecimento em véus é o suficiente. Tenho humildade para admitir isso.
Vale lembrar: ninguém se especializa em tudo.
Estudar com quem?
Fazer aulas com uma bailarina só porque ela está na mídia mas que possui o mesmo nível de conhecimento que você não te acrescentará nada além de mais uma bolinha no currículo. O mesmo vale para workshop e cursos de rápida duração. Tive aulas com uma bailarina "top" da Khan el Khalili e só não me arrependi mais porque deixei de frequentar as aulas dela a tempo de não desperdiçar ainda mais dinheiro. Uma aula com o profissional já pode ser suficiente para você ter a base que necessita para saber se ele é bom professor e se ele vai ajudá-lo a crescer.
Estudar onde?
Existem Escolas de Dança do Ventre e Espaço para aulas de Dança do Ventre. No primeiro, se você for uma boa observadora, perceberá que para cada área existe um profissional específico. Verá também que o tempo de existência do local falará muito sobre respeitabilidade e qualidade de ensino. Nem todo estabelecimento dedicado à Dança do Ventre sobrevive no mercado por mais de dez anos. Quando isso acontece, considere conhecer o local e os professores.
Já o Espaço para Dança do Ventre geralmente conta com apenas uma profissional e é direcionado para mulheres que desejam praticar a dança por prazer.
E para finalizar, vale lembrar que Ética não é apenas mais uma palavrinha bonita. Ela deve fazer parte do dicionário de qualquer bailarina, profissional ou não.
Kisses!
E para finalizar, vale lembrar que Ética não é apenas mais uma palavrinha bonita. Ela deve fazer parte do dicionário de qualquer bailarina, profissional ou não.
Kisses!
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