A mais tradicional escola de Dança do Ventre da região de Campinas

A mais tradicional escola de Dança do Ventre da região de Campinas
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Aqui é um espaço dedicado à todos os seres pensantes do mundo belly dancer.
Leiam, discutam e compartilhem!

domingo, 4 de novembro de 2012

Aulas de Dança do Ventre em Vinhedo - novidades para 2013


Fallahi Belly Dance – Bollywood – Vinhedo
A mais tradicional escola de Dança do Ventre da região
Venha fazer parte desta equipe
Matrículas abertas para 2013
Dança do Ventre – Fusão – Estilo Tribal


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Dança do ventre, nosso grupo estreante: Fallahi Bollywood - Tribal Dance - Fusion (muito nervosas por sinal), música ao vivo com nossa cantora igualmente estreante, amigos de todas as partes. Vai ser uma festa, não percam.


DV...

A ARTE NOS "MUQUIFO"

Li um depoimento muito triste de uma bailarina conhecida no meio da dança árabe sobre a desvalorização do trabalho dela (não vou me reter a nomes).
Hoje, aulas de dança do ventre são ministradas por qualquer pessoa (vamos dizer assim): "amiga do meu tio fez aulinhas ali na praça enquanto as pessoas tiravam documentos de graça e ainda comprou uma roupinha de lantejoulas"... "Ah, a bailarina é profissa"! Claro, porque o dono de qualquer escolinha de violão e guitarra ou a proprietária de uma clínica de estética qualquer tem uma amiguinha "bailarina" para ensinar uns passinhos e tentar aumentar sua clientela.
Percebe-se que muitos ainda pensam que basta ter um corpinho bonitinho e fazer propagandinha para ser considerada "profissa" na dança do ventre.
Graças a isso, o mercado das "sem noção" cresce numa avalanche sem igual.
Tento divulgar o trabalho de profissionais realmente talentosos espalhados pelo Brasil afora, mas é muito difícil quando certas pessoas não entendem isso.
Então não divulgue o seu "trabalhinho" na minha página, aqui só ficam pessoas cujo trabalho eu conheço, profissionais de verdade num mercado tão difícil de ser valorizado, especialmente quando ainda existe gente que  acredita que "qualquer rebolado com brilho tá bom".
Beth Fallahi

sábado, 27 de outubro de 2012

Critérios mal estabelecidos ou falta de conhecimento real?


                                         Quais critérios você usou para estudar Dança do Ventre?

Quando eu "Elizabeth" fui aprender a dança, eu estudava na PUC-Campinas, vi uma apresentação de DV no parque do Taquaral e minha filha Katia achou interessante. Na época eu estudava Biodança e fiz a seguinte proposta pra ela: só vamos estudar essa dança se for com profissionais no ramo. Na época, eu já sabia dos riscos para a saúde se ela não fosse bem aplicada, e eu também queria aprender a cultura real, sem o circo de "a DV nasceu no Egito". Meu estômago já virou por causa dessa história várias vezes. Enfim, fui fazer aula com uma bailarina árabe em São Paulo e olha minha gente.... sem comentários.
           Hoje infelizmente o que mais ouço em Vinhedo:
- vou fazer dv na prefeitura porque é de graça, e é tudo a mesma coisa;
- vou fazer aula com a minha amiga porque ela é minha amiga;
- vou fazer aula com quem estudou dança na faculdade porque ela é formada: ??????????
- vou fazer aula com fulana e ciclana porque elas são magras e novas?????????????
- coloco o vídeo da minha professora no Youtube para ajudar ela;
           Fora outras coisas medonhas que vocês minhas leitoras ouvem (ouvem e nem acreditam que alguém pode se animar de se apresentar na pracinha da cidade, fazendo a alegria de "transeuntes" que ficam felizes com o brilho da suas lantejoulas e sua saia transparente que mal cobrem o calcanhar mostrando suas pernas abertas e sua dança sem técnica nenhuma).
           Mas graças á mulheres que divulgam e lutam dia a dia para manter "um certo" respeito na DV, (poderia citar vários nomes, mas acabaria sendo injusta se não citasse alguns), a dança não sucumbe com tanta falta de cultura e respeito pelo verdadeiro trabalho de quem faz por merecer.

por Beth Fallahi

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

domingo, 22 de julho de 2012

Dança do Ventre Vinhedo - Fallahi Belly Dance


O diferente está aqui
por Paula Fallahi


Outro dia, a supervisora do departamento onde trabalho perguntou há quanto tempo eu tinha uma escola de Dança do Ventre em Vinhedo. Quando respondi que nossa escola já tinha 13 anos de existência ela fez cara de choque. Não sei se pelo fato de manter qualquer negócio aberto em uma cidade como Vinhedo por mais de uma década ou pelo fato de simplesmente se tratar de... Dança do Ventre. Afinal, o que pode manter funcionando uma escola de Dança do Ventre por tantos anos?
Bom, certamente não é uma tarefa das mais fáceis. Embora tenhamos vivido situações que ninguém pode imaginar, sobrevivemos. Porém, creio que o nosso diferencial está em nossa maneira de lidar com Dança X Alunas.
Primeiro, nunca fazemos algo que não gostamos (ou que seja contra nossos princípios) só para promover nossa escola, nós ou nossas alunas. A dança evoluiu em técnica mas regrediu (e muito) no quesito personalidade; de 1999 a 2007, criamos grupos e montamos coreografias para as alunas se apresentarem em eventos importantes São Paulo afora, além dos nossos. Mas porque sabíamos que valeria a pena. Hoje, isso já não é mais possível: os eventos estão pavorosos, os concursos são na maioria das vezes uma grande furada, os preços estão pela hora da morte, as panelinhas viraram panelonas e 90 por cento das bailarinas sofrem de alguma afetação.
Outra coisa importante: não permitimos que nossas alunas gastem mais do que podem no curso. Essa história de obrigarem-nas a comprar mais de uma roupa por ano, pagar fortunas em véu de seda, adquirirem dezenas de instrumentos que elas não terão condições de utilizar corretamente em menos de três anos é uma ofensa à inteligência delas. E um abuso. Queremos (e precisamos) ganhar dinheiro, mas não às custas da inocência alheia.
Nunca expomos elas ou nossa escola ao ridículo: dançar de graça na praça, na festa do milho, no dia da comunidade ou em eventos populares divulga seu trabalho da pior forma possível. Um pai de uma aluna nos questionou se dançaríamos em um evento aberto aqui na cidade, evento esse que havia anunciado uma apresentação de Dança do Ventre. Respondemos que não, que isso certamente era coisa do Espaço Cultural da cidade, que ministra aulas de graça e faz as meninas pagarem micos homéricos perante a população. Ele fez cara de alívio e ainda complementou com um “ótimo, porque eu sei que vocês jamais se rebaixariam tanto”. Se ele, que é leigo, pensa dessa forma, que dirão os profissionais da área?
Tentamos fazer de nossa escola uma segunda casa para elas. Algumas vezes quebramos a cara por isso, mas na maioria dos casos funciona bem. Reunimos as meninas para beber, comer, bordar, curtir um filme. Tudo para que elas se sintam à vontade em um ambiente descontraído e sem frescuras. Perguntamos à elas o que elas gostam de dançar. Algumas gostam da dança, mas não se identificam com música árabe; por que não deixá-las dançarem o que desejam como complemento da aula? É um costume em inúmeras escolas de São Paulo, gostaria que aqui no interior as professoras também agissem dessa forma e abrissem a cabecinha para as novidades. Não dói, faz parte da evolução de nós todas como bailarinas.
Por fim, além dos eventos anuais (grandes ou pequenos), promovemos festinhas temáticas durante o ano, para as alunas descontraírem.
Somos difíceis, a gente sabe. Mas se fôssemos tão complicadas assim, nossa escola não estaria bombando de alunas (e alunos), não é?
Para quem estiver afim, propagandinha básica:
Aulas de dança do ventre em Vinhedo - SP
Fallahi Belly Dance - dança do ventre, fusão, estilo tribal e (claro) inglês com a teacher Katia Fallahi
e-meie-nos: fallahidv@yahoo.com.br

Bjunda!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Dança do Ventre - Vinhedo - 2012

Quem gostaria de participar de uma festa onde haverá de tudo um pouco: Dança do Ventre, Dança Indiana, Bollywood, Estilo Tribal, Fusão, Moderna e tudo o mais?
Aguardem: em breve, no Fallahi Belly Dance
Com





Professora Elizabeth Fallahi




Professora Paula Fallahi









Professora Katia Fallahi