A mais tradicional escola de Dança do Ventre da região de Campinas

A mais tradicional escola de Dança do Ventre da região de Campinas
Sejam bem vindos!
Aqui é um espaço dedicado à todos os seres pensantes do mundo belly dancer.
Leiam, discutam e compartilhem!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Novidades do Fallahi, quentinhas para as aluninhas!!!

Blogs novinhos, eventos especias em andamento, muitas alunas entrando e outras tantas se preparando para ter sua roupa nova, montar coreografia e mostrar a que veio, do jeitinho que a gente adora!!!



Vamos trabalhar, meninas! Neste ano, vocês serão as estrelas!



sábado, 14 de janeiro de 2012

Aulas particulares de Dança do Ventre em Vinhedo
Fallahi Belly Dance

Para todas as mulheres, mocinhas e moçonas, que desejam começar o ano de 2012 com o pé direito!

Não deixe de visistar a escola de Dança do Ventre mais tradicional da região. No Fallahi Belly Dance você não é mais uma em um grupo de vinte: aqui, você é única!
Ninguém terá uma roupa igual a sua nem vai dançar como você. Em nossa escola priorizamos a individualidade de cada mulher, valorizamos o corpo e a personalidade de cada uma, fazendo com que sua dança seja única!

Porque, afinal, você é
Única!
 Paula Fallahi veste Atelier Fallahi

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

No ano de 2012, Dança do Ventre em Vinhedo, só na Fallahi!

Garotos e garotas, este mês vou pegar este bloguin para fazer propaganda de minha escola, ok?
Sabem como é, ano novo, vida nova, alunas velhas e também montão de alunas novas para abrilhantar nossa querida Fallahi que em 2012 virá com tudo! Beijos e não deixem de visitar nosso novo blog!
dancadoventrevinhedo.blogspot.com

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Dança do Ventre em Vinhedo - aulas na Fallahi Belly Dance


Sobre a dança na Fallahi Belly Dance - Aulas de Dança do Ventre em Vinhedo


Mais do que uma bela demonstração de desenvoltura e habilidade, a Dança do Ventre é, antes de tudo, arte. Talvez a melhor forma de dizer com o corpo aquilo que as palavras não podem traduzir.
Nenhum outro estilo de dança é tão delicado e ao mesmo tempo tão intensamente expressivo. E democrático! Qualquer pessoa (mulheres e homens!) pode praticar esse estilo tão peculiar de dança que não requer idade ou forma física específicos para ser realizado.
Uma lição de auto-estima positiva, quem dança aqui na Fallahi muda pra valer: aprende a se valorizar, a gostar do próprio corpo, a respeitar as diferenças, a dançar como se não houvesse amanhã. Desenvolve o gosto por boa música, por arte, por leitura, por cinema, por outros estilos de dança, por tudo aquilo que faz da vida um pouquinho melhor.
Quem faz dança do ventre na Fallahi (Vinhedo) não precisa ir para a academia: aqui se dança tanto que as pernas ficam bonitonas, o abdômen firminho, a postura no eixo, os braços sem pelanquinhas, a cintura pequenininha, o bumbum pra cima!
Tem com cólica de qualquer espécie? Vem pra cá que melhora em 3,2,1! A dança do ventre ainda faz o milagre de regular ciclos menstruais, diminuir incômodos, reduzir a retenção de líquidos, deixar o funcionamento do intestino em dia, amenizar dores de cabeças e da alma, aliviar sintomas de depressão.
As professoras da Fallahi (Vinhedo-SP) também são terapeutas: quer contar tudo? Aqui é o lugar certo! Desabafar colabora com o desenvolvimento de uma dança mais leve, a execução de movimentos mais limpos e ainda elimina todas as energias negativas de uma vez, cedendo espaço para energia positiva entrar e dar um “up” no humor.
E se sua vida íntima ou pessoal não anda aquela belezinha, você vai aprender com a dança e com a nossa vivência nessa área que tudo melhora quando você percebe que não existe receita para ser feliz: você é a única pessoa responsável por sua felicidade.
É só dar um pulinho aqui!
E sejam bem-vindos!

Dança do Ventre em Vinhedo - Fallahi Belly Dance

Rua Fernando Costa, 144 - Centro - Vinhedo

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Quando certas coisas dão no saco

Há algum tempo, nós aqui do Fallahi tomamos duas decisões muito importantes para manter nossa saúde mental em dia.

Decisão número um: resolvemos não aceitar mais contratos para shows (a menos que o dindin seja realmente equivalente à qualidade de nosso trabalho). Primeiro, porque fizemos isso durante oito ou nove anos consecutivos praticamente todos os fins de semana e não há nada mais desgastante no mundo da dança do ventre do que ganhar uma merreca para ser macaca de circo. Segundo, porque não é nem satisfatório e nem compensatório. Muitas bailarinas (ou quem se diz pro) da região topam dançar por cinquenta paus e nós, francamente, nos recusamos a dançar para pagar a condução.

Decisão número dois: concurso de dança do ventre nunca mais. Encheu o saco ver um bando de robôs, grupinhos mal coreografados e mal ensaiados ganhando primeiro em lugar em concursos, ouvir bobagens no camarim, gastar um dinheirão para mostrar serviço em um mundo tão ridiculamente competitivo. People, nobody cares about Belly Dance! Nosso “bellyworld” é pequeninico, ninguém vai ser estrela de cinema, não! Eu, hein! Vai dançar pra ser feliz, minha filha!

O negócio é que, após doze anos vivendo de dança do ventre (muitas pessoas ainda nos questionam como isso é possível), finalmente nos damos conta de como certas coisas começam a perder o sentido. No início, demos a alma para divulgar nosso trabalho: shows, eventos, works, selo do inmetro, prêmios e afins. O fato é que nem tudo é lindo como achei que seria quando, aos dezoito anos, fui apresentada a este mundo (que, honestamente, de mágico não tem nada). Acabamos nos deparando com a necessidade de participar de evento atrás de evento por pensar que seria importantíssimo para nossa vida profissional mas quantas vezes não terminamos nos apresentando nos piores buracos imaginados só para dizer que estivemos lá, especialmente se alguma bailarina famosa tivesse marcado presença por ali. Ou aqueles works nada a ver com as bailarinas do momento só para dizer que batemos o ponto, porque valer a pena a gente sempre soube que não valeria. Isso sem contar os programas de televisão com seus apresentadores sem noção ou a revista que publica uma coisa totalmente diferente da que você disse na entrevista. Tudo pela divulgação.

Muitas vezes me pego pensando em quantas alunas minha escola ganhou através disso, uma vez que é fato a divulgação boca a boca (gente que faz ou fez e indica) ter sido e ser noventa por cento responsável pelas clientes que tivemos e ainda temos. Demoramos mas percebemos que nossos contratantes e especialmente, nossas clientes, não davam a mínima para o nosso currículo. O que interessava à eles era saber se nosso trabalho era bom, e nada melhor para comprovar do que o téte a téte com a dança e especialmente, com as aulas. Temos uma renca de alunas, ex-alunas e admiradores que nos adoram e respeitam nossa forma de trabalhar, graças!

Professoras surgiram, professoras sumiram, outras estão começando a tentar e cá estamos nós, sobrevivendo em uma cidade que é um ovo de codorna mas fazendo o inacreditável para manter nosso trabalho vivo.

(Pausa para as lágrimas. Huahua)

É isso aí, minha gente, o fato é que, apesar dos pesares, dançar é muito bom, nossas alunas são umas fofas e aprendem desde quando são um fetinho aqui o real sentido de praticar Dança do Ventre: que viver pra dançar é bem mais gratificante que dançar pra viver.

Mais uma vez: huahuahua.

Los kisses

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Matemática Belly Dance

Segue uma lista de equações com respostas. Para as alunas de Dança do Ventre pensarem um pouquinho...

1) CINTURÃO + BUSTIÊ + SAIA - ESTUDO = "ODALISCA POP"
"ODALISCA POP"+ MÚSICA = SHAKIRA
SHAKIRA ≠ DANÇA DO VENTRE

2) CONTORCIONISMO + BALET + VÉU - ESTUDO = CIRCO
CIRCO (COM ESTUDO) + MÚSICA = CIRQUE DU SOLEIL
CIRQUE DU SOLEIL ≠ DANÇA DO VENTRE

3) BELEZA + TRAJES CAROS - ESTUDO = MODELETE
MODELETE ≠ BAILARINA

4) EGO + BANDA - ESTUDO = PSEUDODANCER
PSEUDODANCER ≠ BELLYDANCER

5) WORKSHOP + AULAS + VÍDEOS + SHOWS = GASTO
GASTO + FALTA DE SENSO ≠ ESTUDO

6) ESTUDO = EXERCÍCIO CEREBRAL
mais bom senso, mais respeito à arte, mais...

Em um mundo onde as pessoas emburrecem a cada dia, dicas para manter os miolos saudáveis:

Ler: Paul Auster, Rubem Fonseca, Turma da Mônica, Ziraldo
Ouvir: Música (entendeu? MÚSICA!)
Assistir: Cinema alternativo, Séries, Documentários

PS:
1 - Cirque du Soleil é tudo de bom. Exemplo de dedicação, estudo, amor e respeito à arte.
2 - Quando faço uso da palavra "estudo" refiro-me a todos os assuntos que abrangem Dança do Ventre.
3 - Não, não suporto a Shakira
4 - Não sou pseudo-intelectual (embora adore esta palavra!), portanto não leio Franz Kafka.

Bjunda



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Seda, tô fora!

Minha aluna não veio, estou desocupada, então vou dar um oizinho aqui...
E quero falar sobre minha eterna insatisfação com o véu de seda.
Acho que devo ser uma das poucas profissionais em Belly Dance totalmente avessa ao uso deste tipo de véu (assim como a palhaçada "wings", mas esse nem vale os comentários). Não entendo aquele negócio... principalmente os arco-íris, aqueles trecos altamente tenebrosos que todas as bailarinas acham que combinam com tudo mas que na verdade não vão com nada, tremenda breguice. Manchado, sem mancha, com estampa, costurinha... odeio.
Me deixa puta da vida a maioria das escolas empurrar aquilo goela abaixo das alunas logo na primeira semana, as pobres mal abrem os dedos, de que jeito vão manusear um tecido tão fino com elegância? Ai, fala sério... sem contar que o bicho é caro, não é não? Dá musseline pras coitadas ou será que uma performance com ele de é assim tão pobre? Eu não acho melhor ver uma neguinha chicoteando um pano que mais parece um papel no ar (palha de seda é um lixo de tecido, rasga fácil demais) do que uma bailarina às voltas com um bom musseline!
O fato é que para dançar bonito com véu, de seda ou não, é preciso primeiro aprender a dançar. Não adianta se matar de rodar ou dar piruetas e desenhar parábolas no ar, isso não é dança, é circo. E está bem difícil de assistir a uma apresentação bonita de véu estes últimos tempos.
Aliás, está difícil ver dança estes últimos tempos...

Bjucus